21 de jun. de 2008

Há esperança para o filme da Liga da Justiça

Há esperança para o filme da Liga da Justiça, que entraria em produção no fim do ano passado mas com a greve dos roteiristas e as mudanças de prioridade na Warner Bros. acabou voltando pra geladeira.

Em um artigo a respeito de remuneração de astros, a Variety tocou no assunto Justice League. Primeiro, comentou que a indústria em Hollywood tende, cada vez mais, a baixar o salário fixo de atores, atrizes e diretores (que hoje respondem por boa parte do orçamento de uma produção média) e convencê-los a assinar contratos com divisão dos lucros pós-estréia.

Um exemplo dado pela revista é que Jim Carrey abdicou de seus costumeiros 25 milhões de dólares fixos na comédia Yes Man, e vai receber uma bela fatia, 33%, do total que o filme arrecadar, incluindo receita com DVDs. Acordos assim são fechados desde que George Lucas, ineditamente, trocou um fixo pelo salário variável (mais os direitos sobre merchandising e licenciamento) na época do primeiro Star Wars.

Diz a lenda que Jack Nicholson fechou um acordo assim para o Batman de 1989 e, com os lucros do filme, embolsou cerca de 60 milhões de dólares... Mas, falando de Batman, voltemos à Liga. A Variety diz que a WB "tende a reacertar um contrato de divisão de lucros que fechou há muito tempo com o diretor George Miller para Justice League, cuja produção deve começar em breve".

Isso significa que o filme não morreu e Miller - que desde que o filme perdeu os incentivos na sua Austrália natal perigava deixar a direção de Justice League - continua no cargo.

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